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Dois artigos da próxima edição do Journal of Alzheimer’s Disease, escritos pelos doutores Chris Exley (Keele University, do Reino Unido) e Zhao-Feng Jiang (Beijing Union University), confirmaram um potencial papel do cobre na proteção contra o mal de Alzheimer. |
Pesquisas anteriores mostraram que o metal vermelho é um componente das placas beta-amilóide que se encontram no cérebro das pessoas com a doença.
Um princípio da hipótese de cascata amilóide da doença de Alzheimer é a deposição defeituosa no cérebro de Aβ42 em folhas β em placas neuríticas ou senis. A equipe da Keele demonstrou, em pesquisas prévias, que o cobre previne a deposição de Aβ42 em folhas-β, enquanto pesquisas recentes apontam que o cobre elimina a estrutura de lâmina β das fibrilas de amilóide pré-formados Aβ42. Uma descoberta similar foi feita pelo grupo de Jiang da outra forma de beta-amilóide, Aβ40. Ambas as observações sugerem que o cobre evita tanto a formação como o acúmulo de placas no cérebro.
Coincidindo com a dissolução de cobre catalizado de folhas-β- de Aβ42, a equipe de Exley fez a primeira observação da formação in vitro de esferulitas deste peptídio. Estes glóbulos esféricos de amilóide só foram previamente observados in vitro.
O cobre parece ter um papel chave na constituição de esferulitas de Aβ42, o que está sendo pesquisado. A função dos metais na formação, na deposição e no metabolismo de Aß na doença de Alzheimer é muito debatido, e estes novos resultados mostram uma possível finalidade protetora do cobre em relação à doença de Alzheimer.
Fonte: http://www.sciencedaily.com